Em Angola, a violência emerge como um padrão estrutural que atravessa o tempo, revelando-se tanto como linguagem política quanto como prática quotidiana.
A exposição “Ferida” propõe uma investigação sobre esse ciclo: do trauma colonial às dinâmicas contemporâneas de poder, onde a força frequentemente substitui o diálogo.
Através das artes visuais, procuramos confrontar tanto a violência física quanto a violência estrutural — aquela que se encontra inscrita na precariedade e no silenciamento simbólico —, revelando como essas marcas moldam a nossa identidade e o nosso corpo social coletivo.
"A violência como estrutura mediadora do poder." | Foto, Instalação e Perfomance |2026